Saltar para o conteúdo
Dentista Infantil em Aveiro

Dentista Infantil em Aveiro

Levar uma criança ao dentista pela primeira vez é, para muitos pais, um momento de ansiedade, e a experiência dessa primeira consulta pesa no resto da vida. Um acompanhamento precoce ajuda a criar hábitos de higiene e a naturalizar a consulta. A Clínica Moliceiro está em Aveiro e em Oliveira do Bairro.

Marcar a primeira consulta

Porque é importante começar cedo

A prevenção vale mais do que qualquer tratamento. Uma criança que começa a ir ao dentista cedo cria hábitos de higiene para a vida e naturaliza a consulta como parte da rotina, não como algo associado a dor. Problemas detectados precocemente resolvem-se de forma mais simples e menos invasiva.

A consulta pediátrica tem tanto de ensino como de observação. É uma oportunidade para a criança aprender como escovar os dentes, como usar o fio, que alimentos ajudam e quais prejudicam, e para os pais receberem orientação sobre os cuidados adequados a cada idade.

O que costuma fazer parte do acompanhamento

O acompanhamento infantil em medicina dentária inclui, de forma geral, consultas de controlo regulares para observar os dentes, o crescimento dos maxilares e a oclusão. Nestas consultas, são detectadas cáries precoces, desvios de desenvolvimento ou hábitos que possam trazer problemas.

Medidas preventivas como a aplicação de verniz de flúor e a colocação de selantes de fissura nos molares definitivos ajudam a reduzir o risco de cárie. Quando surge cárie, o tratamento é feito com materiais e técnicas adequados à idade, com o tempo e a paciência que a situação pede. Em casos de traumatismo (quedas, pancadas), é feita avaliação e tratamento das fracturas ou luxações.

Em algumas crianças, uma avaliação ortodôntica precoce pode identificar situações em que se beneficia de ortodontia interceptiva, aproveitando o crescimento. Nem todas as crianças precisam. A recomendação resulta de avaliação caso a caso.

Como é a primeira consulta

A primeira consulta é curta, tranquila e sem pressão. A criança conhece o consultório, a cadeira e os instrumentos, com calma. Faz-se uma observação geral e conversa-se com os pais sobre cuidados em casa, alimentação e higiene.

Se a criança estiver nervosa ou não quiser abrir a boca, é importante não forçar. A meta dessa primeira visita é apenas que saia bem disposta e volte sem receio. Com crianças muito novas, pode bastar observar ao colo do pai ou da mãe.

Quando é preciso algum tratamento, deve ser explicado antes, numa linguagem adequada à idade da criança, para que não haja surpresas.

Idades que podem ser acompanhadas

O acompanhamento pode começar ainda em bebé, com orientação aos pais sobre higiene oral e alimentação, e estender-se até à adolescência. A primeira consulta formal é habitualmente recomendada entre os 2 e os 3 anos. A partir daí, consultas de controlo regulares, em regra de seis em seis meses, ajudam a prevenir cárie e a acompanhar o crescimento.

A fase dos 6 aos 12 anos é especialmente importante: é quando os dentes de leite caem e os definitivos nascem. Pequenos problemas detectados nesta fase resolvem-se com intervenções simples. A avaliação ortodôntica inicial é recomendada por volta dos 7 anos, conforme orientação internacional.

Orçamento

Cada caso é diferente. Para saber o valor da consulta ou do tratamento, marque uma consulta de avaliação. O valor é definido com base no diagnóstico.

Área infantil da Clínica Moliceiro
Gabinete infantil da Clínica Moliceiro Oliveira do Bairro

Perguntas frequentes

A recomendação das sociedades de medicina dentária pediátrica é que a primeira consulta aconteça entre a erupção do primeiro dente e o primeiro ano de vida. Na prática, muitas famílias trazem a criança a partir dos 2 a 3 anos, quando já tem a dentição de leite completa. Mais cedo do que tarde: quanto mais cedo a criança se habitua à consulta, menos ansiedade terá no futuro.
É normal. Não se deve forçar. A primeira consulta é sobretudo de contacto: conhecer o espaço, a equipa e a cadeira. Se a criança não estiver disponível para abrir a boca, é preferível deixar para a consulta seguinte. É mais importante que leve uma boa experiência e volte sem receio, do que forçar uma observação que crie trauma.
São uma resina protectora aplicada nas faces de mastigação dos dentes definitivos posteriores, logo a seguir à erupção. Preenchem as fissuras e sulcos onde a escova não chega, reduzindo o risco de cárie. É um procedimento rápido e indolor. É habitualmente recomendado nos primeiros molares (por volta dos 6 a 7 anos) e nos segundos molares (por volta dos 11 a 13 anos).
Sim. "São dentes que vão cair" é um mito frequente. As cáries em dentes de leite não tratadas podem causar dor, abcesso, afectar o dente definitivo que está a formar-se por baixo e levar à perda precoce do dente de leite, com consequências no espaço disponível para os dentes definitivos.
Até aos três anos, geralmente não há problema de maior. A partir dessa idade, o hábito persistente pode empurrar os dentes da frente para fora, fechar a mordida ou alterar o crescimento do palato. Na consulta, pode-se conversar sobre estratégias para o abandono do hábito, sem culpa nem drama.
Se for um dente de leite, deve ir rapidamente ao dentista para avaliar se há impacto no dente definitivo. Se for um dente definitivo totalmente avulsionado (caiu), pegue no dente pela coroa (nunca pela raiz), limpe suavemente com água, tente recolocá-lo no lugar e vá imediatamente à clínica. Se não for possível recolocar, transporte em leite ou na própria boca (em crianças pequenas, numa taça de leite). O tempo é decisivo: idealmente, nos primeiros 30 a 60 minutos.
Uma primeira avaliação ortodôntica por volta dos 7 anos é a recomendação internacional. A maioria das crianças não precisa de tratamento tão cedo, mas em alguns casos uma intervenção precoce, chamada ortodontia interceptiva, aproveita o crescimento ósseo para resolver problemas antes de se consolidarem. Mesmo quando não há indicação imediata, a evolução pode ser acompanhada.

Quer marcar a primeira consulta do seu filho? Em Aveiro ou Oliveira do Bairro.